Na ocasião, o Vice-Presidente referiu que “somos profissionais do Voluntariado, sem amadorismos, na defesa de uma causa tão digna e aliciante em que “servir os outros” é o acto que nos diferencia com esta mais alta distinção honorífica que existe na vida.”
O mesmo elogiou ainda todos os que voluntariamente optaram por esta corajosa e salutar decisão de jurarem perante a Bandeira da Cruz Vermelha Portuguesa.
Relembrou ainda que desde Março passado a CVP tem aprontado diversos grupos na área da Saúde (médicos, enfermeiros, psicólogos, logística) que na região da Beira, em Moçambique, contribuem para o apoio médico e sanitário, com destaque para o apoio a parturientes em Macurungo. Tudo isto no cumprimento de uma missão que lhes proporcionou frequentemente o sentimento de substituírem o medo e a angústia pela esperança e alegria na vida dos Moçambicanos.














